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O que a Disney nos ensinou sobre Experiência do Aluno

Você já foi a Disney? E já parou para pensar por que ninguém quer ir embora da Disney?

Diferente das nossas instituições de ensino, onde muitos alunos mal podem esperar para sair da sala de aula.

Recentemente, tivemos o privilégio de mergulhar nos bastidores do Magic Kingdom, em Orlando para entender o que faz aquela engrenagem girar. E a maior lição que trouxemos não foi sobre marketing, mas sobre pessoas e pertencimento.

Na Disney, aprendemos que o aluno não quer apenas um diploma: ele quer viver uma jornada de transformação. E se a sua Instituição não entrega magia no dia a dia, ela vira apenas um balcão de entrega de conteúdo.

O segredo não é o Castelo, é o Cuidado

A maioria das escolas ou IES nos procuram para gerirmos a captação, ou o Palco: campanhas impecáveis e promessas de transformação de vida. Mas o encantamento real acontece quando o aluno percebe que o Backstage (o administrativo, o financeiro, o suporte) se importa com ele tanto quanto o professor em sala.

Na Disney, empatia é cultura, por isso, os detalhes fazem toda diferença. Como o abraço das personagens, que só termina quando a criança solta. Ou como as atrações em plena Main Street, que só acontecem para desviar a atenção enquanto um problema é corrigido.

Esses ensinamentos nos trouxeram insights para transformar Escolas em lugares mágicos para os alunos. Criar memórias fará com que ele aprenda mais e se destaque. Por isso, anota aí:

• Trate seu aluno como convidado, não como cliente. Quando mudamos essa mentalidade na escola, o atendimento deixa de ser transacional e passa a ser relacional.

• A experiência começa antes do portão. O encantamento do aluno deve começar no onboarding. Ele se sente acolhido e orientado desde o primeiro contato com a escola.

• Antecipe os momentos de atrito. Aja na prevenção, saiba onde seu aluno pode se frustrar e tenha planos de ação para pôr em prática antes que isso aconteça.

• Todo mundo é parte do elenco, do pessoal da recepção ao coordenador, diretor. Todos precisam entender que fazem parte do show da educação. Se o financeiro é ríspido, ele quebra a magia que o marketing construiu.

Por que isso importa? Porque um aluno encantado não apenas fica, ele vira um fã da sua marca. E, na prática, isso significa que você gasta menos para captar e cria uma comunidade muito mais forte. Na MDMARK, nós acreditamos que a gestão da educação pode (e deve) ter esse toque de magia, baseada em processos que priorizam a experiência humana.

O seu aluno está se sentindo um convidado especial ou apenas mais um número na chamada? Vamos conversar sobre como transformar essa percepção.